sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

AME MARIA LIRA SEDIA PESQUISA EM PACIENTES PÓS-COVID-19

Estudo é realizado pelo Programa de Pós-graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em parceria com a Secretária de Saúde de Caruaru

 

A AME Maria Lira está sediando pesquisa da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) sobre disfunção respiratória e musculoesquelética em pacientes com síndrome pós-Covid-19. Para participar, os voluntários precisam ser maiores de 18 anos.

Os voluntários serão submetidos a uma avaliação gratuita, por uma equipe de pesquisadores treinados, de modo a identificar problemas funcionais em decorrência da doença.

Ao final das avaliações, os voluntários receberão um laudo e, dependendo de cada caso, receberão orientações específicas para convivência com as possíveis sequelas causadas pela Covid-19.

Os interessados em participar da pesquisa devem ligar ou mandar mensagem, via WhatsApp, para o número (81) 98123- 9521, que terão seu agendamento realizado.

“A pesquisa tem como principal objetivo avaliar indivíduos acometidos pela Covid-19 em Caruaru e região, para rastrear a presença de alterações das funções respiratória, cardiovascular e musculoesquelética, avaliando os impactos na capacidade funcional e na qualidade de vida dos pacientes com síndrome pós-Covid-19”, explicou o coordenador da pesquisa e fisioterapeuta, Jakson Silva.

Jakson falou ainda sobre como serão as etapas da pesquisa. “Os pacientes serão monitorados por seis meses e as avaliações ocorrerão a cada dois meses, na AME Maria Lira”, disse.

A pesquisa busca ainda aprimorar um dispositivo tecnológico utilizado para diagnosticar alterações do padrão respiratório e o monitoramento das disfunções respiratórias no pós-Covid-19. Ele foi desenvolvido pelo Laboratório de Inovação Instrumental e Desempenho Físico-funcional (Lindef).

O equipamento utilizado na pesquisa é de baixo custo e será capaz de detectar também o agravamento de pacientes acometidos por diferentes tipos de cepas, constatando quais as variantes que são mais ou menos agressivas.

A pesquisa é coordenada pelo Departamento de Fisioterapia da UFPE e conta com a parceria da Prefeitura de Caruaru, por meio da Secretaria de Saúde.